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domingo, 24 de agosto de 2014
Guia prático de História do Brasil para o Enem: Colônia (1500 a 1822)
Que tal estudar para o Enem 2014 com um guia prático de História do Brasil? Confira o infográfico com as principais informações sobre o período do Brasil Colônia
Fonte: Universia Brasil
Provas do Enem 2014 acontecem nos dias 8 e 9 de novembro
A Colônia é o período da História do Brasil que engloba os anos de 1500 a 1822. Ele começa com a chegada da expedição de Pedro Álvares Cabral e termina com a proclamação da Independência. A Universia Brasil elaborou o infográfico abaixo para ajudar você a revisar os pontos mais importantes deste período para o Enem 2014. Confira:
7 erros que você NÃO DEVE cometer na redação do Enem
Professora aponta quais são os maiores responsáveis para que os alunos tenham notas ruins nos seus textos
Fonte: Universia Brasil
Copiar trechos dos textos motivadores é um erro grave
O medo de cometer erros na redação do Enem atrapalha muitos estudantes enquanto eles redigem seus textos, afinal a falta de confiança e certeza se estão escrevendo corretamente são grandes empecilhos. Para tentar ajudá-lo, a Universia Brasil conversou com a professora de redação Andrea Lanzara do Cursinho da Poli, de São Paulo, e perguntou quais os erros mais graves que os alunos podem cometer nessa etapa da prova. Confira-os a seguir:
1 – Fugir do tema
“Um erro bastante grave é fugir do tema proposto”, aponta professora. Muitas vezes, isso ocorre porque o aluno não fez uma leitura atenta da proposta e dos textos motivadores, ambos de extrema importância para que o estudante tenha um bom desempenho nessa parte da prova. “Toda redação em vestibular deve ser desenvolvida a partir de um recorte temático e quem faz esse recorte é a proposta de redação”, explicou a professora. Por isso, anote as principais ideias dos textos da coletânea e, ao final, releia seu texto e confira se ele realmente disserta sobre o tema em pauta.
2 – Copiar trechos dos textos motivadores
É comum, quando não se tem conhecimento prévio do tema da redação, copiar trechos dos textos motivadores para incrementar sua redação. Contudo, esse é considerado um erro grave, mesmo se o aluno os utilizar numa citação. “Se o aluno copiar, sua redação não será desclassificada, mas ele vai ter parte do texto completamente desconsiderada. Então, ele perderá na progressão textual”, justificou a professora. Por isso, de maneira nenhuma, copie frases quanto mais parágrafos destes excertos.
3 – Escrever fora das normas do texto dissertativo-argumentativo
“Tem muita gente que desenvolve narração, escreve poema”, exemplifica a professora Andrea. Tradicionalmente, o Enem propõe que o estudante escreva um texto dissertativo-argumentativo, por isso foque seus estudos nisso. E também não é recomendável inserir técnicas de outros tipos textuais, como aliteração, na sua redação. “O aluno tem que saber que ali ele só tem espaço para desenvolver estrutura do tipo dissertativo-argumentativo.”
4 – Desrespeitar os direitos humanos
Os temas propostos pelo Enem geralmente versam sobre problemas de relevância nacional e, por isso, é cobrado do aluno uma solução. No entanto, essa sugestão deve respeitar os direitos de todos, independentemente de raça, credo, gênero, idade, cultura, etc. Por isso, é inaceitável expressar qualquer discurso que fira os direitos humanos. O mesmo vale para argumentos de cunho racista, por exemplo. Andrea Lanzara alerta: “se o aluno desrespeitar os direitos humanos, a redação será anulada.”
5 – Argumentar em um único parágrafo
“A argumentação não pode ser desenvolvida em um único parágrafo. Cada argumento, cada informação deve ser desenvolvida em parágrafos diferentes”, afirma a professora. “Então, se o aluno tem três argumentos para trabalhar, ele vai abrir três parágrafos no desenvolvimento”, exemplificou. Portanto, para evitar esse erro,organize suas ideias no plano de texto já pensando quais informações pertencem a qual parágrafo.
6 – Não seguir a norma culta da língua portuguesa
Segundo Andrea Lanzara, o texto dissertativo requer o uso da norma culta. Por isso, “o aluno não pode misturar termos de oralidade, como “tipo assim”, além de outras gírias e abreviações”, esclareceu a professora.
7 – Usar o senso comum
Clichês e ideias muito batidas não são bem-vindos na sua redação, afinal o examinador quer observar a sua análise pessoal do tema e não ver reproduzido no seu texto o que ele escuta cotidianamente. Para a professora, “tem que fugir mesmo da utilização do senso comum.” Mas, lembre-se: ser original não significa fazer uma análise sem sentido da situação. É simplesmente refletir por si só sobre a questão.
Abordagens de História da África no Enem
As abordagens de História da África no Enem frequentemente se relacionam com análises dos aspectos culturais africanos na composição da identidade brasileira.
A capoeira é uma das manifestações culturais brasileiras que derivam de elementos da cultura africana.
Olá pessoal, como vai?!
Este texto destaca a importância do estudo daHistória da África para as provas do Enem, bem como analisa uma das abordagens sobre este tema que, geralmente, o Enem vem desenvolvendo nas suas últimas provas – trata-se dos aspectos africanos na cultura brasileira. Entretanto, é necessário, inicialmente, conhecer um pouco das diretrizes que orientam a elaboração das provas do Enem, as quais se relacionam com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Estes parâmetros têm por objetivo sugerir perspectivas pedagógicas para o ensino escolar e, também, elaborar estratégias de inserção destas perspectivas na sociedade.
Nos PCNs, a História, assim como a Sociologia, a Filosofia e a Geografia, está inclusa num grupo específico de disciplinas intitulado “Ciências Humanas e suas tecnologias” - termo este que vigora do Enem para indicar as questões relacionadas à área de Humanas. Essas disciplinas geralmente se inter-relacionam nas provas do Enem, e, muitas vezes, alguns temas delas também aparecem relacionados às disciplinas de outros grupos, tal como as do grupo intitulado: “Ciências da Natureza e suas tecnologias”. A interdisciplinaridade, vale notar, é uma das características principais do Enem. Fique atento a isso!
Na imagem abaixo você poder observar a questão 38, do caderno 1, de cor azul, do Enem de 2013, com a alternativa correta marcada na cor verde:
Ao ler o texto da questão, extraído dos “Cadernos do Arquivo 1: Escravidão em Minas Gerais”, do Arquivo Público Mineiro, você pode perceber que há nele uma concepção de História que reprova um simples “resgate ingênuo do passado” ou “seu cultivo nostálgico”. Ao contrário, no texto, a História está associada à compreensão da complexidade do tema, que é a contribuição dos aspectos culturais africanos à cultura brasileira, e a importância que este tema tem na formação da identidade brasileira, como fica patente na frase “perceber o rosto cultural brasileiro”.
Logo após o texto, a questão exige que o candidato aponte a alternativa que leve em consideração a “análise das manifestações culturais de origem africana, como o candomblé e a capoeira”, claro, pautando-se pelo texto. Como dissemos no parágrafo anterior, essa “análise” se vincula a uma concepção de História muito específica, que associa compreensão histórica e a construção da identidade do Brasil. É esta concepção de História que direciona o candidato que lê a questão a assinalar a alternativa “C”, ou seja, os aspectos referidos, explicitados nos exemplos dados (capoeira e candomblé) “derivam da interação entre valores africanos e a experiência histórica brasileira”.
Vestibular Brasil Escola
Nos PCNs, a História, assim como a Sociologia, a Filosofia e a Geografia, está inclusa num grupo específico de disciplinas intitulado “Ciências Humanas e suas tecnologias” - termo este que vigora do Enem para indicar as questões relacionadas à área de Humanas. Essas disciplinas geralmente se inter-relacionam nas provas do Enem, e, muitas vezes, alguns temas delas também aparecem relacionados às disciplinas de outros grupos, tal como as do grupo intitulado: “Ciências da Natureza e suas tecnologias”. A interdisciplinaridade, vale notar, é uma das características principais do Enem. Fique atento a isso!
No que se refere às “tecnologias” esperadas com relação à disciplina de História, os PCNs são bem específicos: as ciências humanas têm o potencial de fornecer capacidade de compreensão e contextualização de problemas da sociedade como um todo, bem como preparar os estudantes para a vida em sociedade e para o exercício da cidadania. O Enem estabelece um tipo de abordagem da História em suas questões que leva em consideração esta forma de pensar. Sendo assim, o estudo de História da África, além de possibilitar ao estudante uma melhor compreensão dos aspectos sociais, políticos e culturais daquele continente, possibilita também um tipo de comportamento, junto à sociedade, que o libera de perspectivas preconceituosas ou discriminatórias relacionadas à África e à cultura africana; como é o caso do racismo, por exemplo. Desde o ano de 2003, o ensino de História da África é obrigatório no Brasil. Esta medida foi motivada exatamente pelo potencial de promoção da compreensão, da cidadania e da tolerância que o estudo de História em geral, e da História da África em particular, pode fornecer.
É importante, então, para se fazer uma boa prova do Enem, saber os pontos principais sobre a história africana. Isso implica estudar temas que vão desde a Pré-história até a Idade Contemporânea, passando pela Idade Antiga, na qual se destacam as civilizações egípcia, núbia e cartaginesa – todas elas desenvolvidas em território africano –; pela Idade Média, na qual merece destaque os reinos africanos do Congo, do Mali, de Benin, e a expansão islâmica pelo norte africano; e, também, pela Idade Moderna, que, para o Brasil e para Portugal, constitui um momento de suma importância, já que foi nessa época que se iniciou o processo de colonização em terras brasileiras e o subsequente emprego de mão de obra escrava, comprada ou conquistada dos reinos da África. Para maiores detalhes, consulte os links seguintes:África, África Pré-colonial, Primeiros povos africanos, Escravidão na África, África Portuguesa, Comércio de escravos na África, Descolonização da África. Tomaremos, agora, um destes temas e analisaremos a forma como ele foi abordado na prova do Enem de 2013. Trata-se da contribuição dos aspectos da cultura africana para a formação histórica do Brasil.
Na imagem abaixo você poder observar a questão 38, do caderno 1, de cor azul, do Enem de 2013, com a alternativa correta marcada na cor verde:
Questão do Enem de 2013 sobre os aspectos culturais africanos na composição da identidade brasileira.
Ao ler o texto da questão, extraído dos “Cadernos do Arquivo 1: Escravidão em Minas Gerais”, do Arquivo Público Mineiro, você pode perceber que há nele uma concepção de História que reprova um simples “resgate ingênuo do passado” ou “seu cultivo nostálgico”. Ao contrário, no texto, a História está associada à compreensão da complexidade do tema, que é a contribuição dos aspectos culturais africanos à cultura brasileira, e a importância que este tema tem na formação da identidade brasileira, como fica patente na frase “perceber o rosto cultural brasileiro”.
Logo após o texto, a questão exige que o candidato aponte a alternativa que leve em consideração a “análise das manifestações culturais de origem africana, como o candomblé e a capoeira”, claro, pautando-se pelo texto. Como dissemos no parágrafo anterior, essa “análise” se vincula a uma concepção de História muito específica, que associa compreensão histórica e a construção da identidade do Brasil. É esta concepção de História que direciona o candidato que lê a questão a assinalar a alternativa “C”, ou seja, os aspectos referidos, explicitados nos exemplos dados (capoeira e candomblé) “derivam da interação entre valores africanos e a experiência histórica brasileira”.
Vestibular Brasil Escola
Ciência sem Fronteiras abre inscrições para intercâmbio em 21 países
Estudantes podem se candidatar até dia 30 de setembro
O programa Ciência sem Fronteiras está com inscrições abertas para graduação sanduíche em 21 países. Estudantes interessados podem se inscrever até o dia 30 de setembro.
Para se candidatar, os estudantes devem, obrigatoriamente, apresentar nota média no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) superior a 600 (apenas em exames realizados a partir de 2009); apresentar teste de proficiência no idioma da instituição de ensino; ter feito no mínimo 20% e, no máximo, 90% do currículo previsto para seu curso no momento do início previsto da viagem; e ser homologado pela instituição de ensino superior de origem. Além disso, o curso deverá estar inserido em alguma das áreas contempladas pelo programa.
É possível se inscrever para cursos na Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Coréia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido e Suécia.
Os estudantes selecionados recebem uma mensalidade na moeda local, auxílio-instalação, seguro-saúde, auxílio-deslocamento para aquisição de passagens aéreas e auxílio-material didático para compra de computadores portáteis ou tablets.
O programa
O Ciência sem Fronteiras foi criado em 2011 pelo governo federal, e oferece bolsas de estudo no exterior a estudantes de graduação e pós-graduação, nas áreas de ciências exatas e biológicas. O objetivo é investir na qualificação e desenvolvimento dos futuros profissionais brasileiros, aumentando sua presença nas grandes universidades de todo o mundo.
Até dezembro de 2013, mais de 60 mil alunos já haviam sido beneficiados, de um total de 101 mil previstos até 2015. Em junho, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a segunda fase do programa, que prevê mais 100 mil bolsas entre 2015 a 2018, e a priorização a premiados nas olimpíadas de matemática, física e química de escolas públicas.
GUIA DO ESTUDANTE
Fuvest 2015: Inscrições começaram nesta sexta (22)
Prazo termina no dia 8 de setembro; primeira fase será aplicada em 30 de novembro
Começa nesta sexta-feira (22) o período de inscrições para o vestibular Fuvest 2015, que selecionará 11.057 candidatos para a Universidade de São Paulo e 120 para o curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
A inscrição deverá ser feita exclusivamente pela internet, no site da Fuvest, até o dia 8 de setembro. A taxa, no valor de R$ 145,00 (R$ 15 a mais em relação ao ano passado) poderá ser paga em bancos ou pela internet até o dia 9 de setembro. Para fazer o cadastro, o candidato deverá utilizar o seu próprio número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e o número do seu Documento de Identidade.
Será possível retificar os dados da inscrição (como carreira, curso, cidade escolhida para a realização das provas, endereço residencial, telefone, endereço eletrônico) até as 23h59 do dia 9 de setembro.
Provas
A primeira fase será realizada no dia 30 de novembro (domingo), com início às 13h. A prova conterá 90 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas, de Português, História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Inglês, além de algumas interdisciplinares. A duração da prova será de cinco horas.
Os estudantes convocados para asegunda fase farão mais três provas de caráter analítico-expositivo. No dia 4 de janeiro de 2015, serão dez questões de Português e uma Redação; no dia 5, a prova constará de 16 questões sobre as disciplinas do núcleo comum obrigatório do Ensino Médio (História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia, Inglês). A Fuvest alerta que as questões poderão abranger conhecimentos de mais de uma disciplina, inclusive Português. No dia 6 de janeiro, a prova terá 12 questões de duas ou três disciplinas (seis ou quatro de cada), de acordo com a carreira escolhida. Todas as provas terão quatro horas de duração.
| Calendário Fuvest 2015 | |||||
| 22/08 | Início do período de inscrições no site da Fuvest | ||||
| 08/09 | Último dia de inscrições para o exame | ||||
| 30/11 | Prova da 1ª fase | ||||
| 04/01 a 06/01 | Provas da 2ª fase | ||||
| 31/01 | Divulgação da 1ª lista de aprovados | ||||
Locais de prova
O candidato poderá consultar os locais onde fará as provas de primeira e segunda fases a partir do dia 27 de setembro, também no site da Fuvest.
As provas serão realizadas em 32 municípios do estado de São Paulo. Na região metropolitana haverá exames em Barueri (com Santana do Parnaíba), Carapicuíba, Diadema, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Taboão da Serra e São Paulo. No interior do estado, a FUVEST aplicará provas em Barretos, Bauru, Campinas, Fernandópolis, Franca, Jaú, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté.
O vestibular passado registrou mais de 172 mil inscritos; desses, 24,4 mil eram treineiros. Estao sendo oferecidas vagas em 249 cursos de graduação distribuídos em oito campi no estado de São Paulo, nas cidades de Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos e São Paulo.
Candidatos com deficiência
Os candidatos com deficiência deverão dar essa informação ao realizar a inscrição. O programa gerará uma ficha que deverá ser preenchida e postada até 12 de setembro com a documentação relacionada para esses casos. Uma equipe de especialistas analisará os documentos e comunicará ao candidato, até 24 de novembro, as condições que lhe serão oferecidas, em cumprimento à legislação brasileira.
Inclusão social
Os estudantes que cursaram ou estejam cursando integralmente o Ensino Médio em escolas da rede pública do Brasil (municipal, estadual ou federal) poderão optar pela Pontuação Acrescida, que atribuirá um acréscimo na nota da primeira fase e na nota final.
| Como funciona a Pontuação Acrescida |
| Bônus INCLUSP-EM - Bônus para candidatos que cursaram o Ensino Médio integralmente em escolas públicas do Brasil, mas não tenham cursado o Ensino Fundamental integralmente em escolas públicas no Brasil: +12%. |
| Bônus INCLUSP-EB - Bônus para candidatos que cursaram os Ensinos Fundamental e Médio integralmente em escolas públicas do Brasil, mas não participam do PASUSP em 2014: +15% |
| Bônus PASUSP/3A - Bônus para candidatos que cursaram os Ensinos Fundamental e Médio integralmente em escolas públicas do Brasil e que participam do PASUSP em 2014, mas que não participaram desse Programa em 2013: +15% |
| Bônus PASUSP/3B - Bônus para candidatos que, além de terem cursado os Ensinos Fundamental e Médio integralmente em escolas públicas do Brasil, participaram do PASUSP em 2013 e participam desse Programa em 2014:+15% e até mais 5%, dependendo do seu desempenho na 1ª fase da Fuvest 2014. |
| Bônus PASUSP/2 - Bônus para candidatos que estejam cursando o 2º ano do Ensino Médio em escolas públicas do Brasil em 2014 e que participam do PASUSP em 2014: +5% |
| Bônus PPI-EB - Bônus para candidatos que cursaram os Ensinos Fundamental e Médio integralmente em escolas públicas do Brasil e se declararem pertencentes ao grupo PPI (cor ou raça Preta, Parda ou Indígena): +5%adicionais ao bônus do tipo 2, 3, 4 ou 5 já concedido. |
Para outras informações a respeito do Programa de Avaliação Seriada da USP, acessewww.usp.br/inclusp.
GUIA DO ESTUDANTE
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Veja 3 dicas para fazer uma boa redação no Enem 2014
Uma redação bem escrita pode ajudá-lo a garantir uma vaga na universidade dos seus sonhos. Veja 3 dicas para fazer um bom texto
Fonte: Shutterstock
A redação representa uma grande parte da nota do Enem, portanto é essencial que você consiga escrever um bom texto para garantir a sua vaga na universidade dos sonhos. Você está preocupado com a qualidade da sua escrita? Siga as seguintes dicas e garanta um bom desempenho:
1 – Não repita palavras
Textos com palavras que se repetem são cansativos e, geralmente, pouco criativos. Quando você perceber que está usando muito uma palavra específica, pense em sinônimos para ela e a substitua. Sua redação ficará mais fluida.
2 – Mudou de assunto? Mude de parágrafo
Suponha que você está fazendo uma redação cujo tema é educação e deseja abordar o ensino infantil e o superior. Cada uma tem as suas características, portanto é essencial que você separe os dois temas em parágrafos diferentes. Isso fará com que o seu texto fique mais claro e conciso.
3 – Cuidado com os sinais de pontuação
Uma boa redação não é construída só com palavras, mas também com sinais de pontuação, como os pontos finais e vírgulas. É fundamental que você saiba usá-los nas horas certas, porque é isso que fará com que o seu texto fique organizado e faça sentido ao avaliador.
Fonte: Universia Brasil
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