sexta-feira, 4 de maio de 2012


Unifor (CE) recebe inscrições para o Processo Seletivo 2012.2

* por Karen Fukuyama (Jornalista responsável pelo sejabixo! MTb - 46.089)


A Universidade de Fortaleza (Unifor) está com as inscrições abertas para seu Processo Seletivo 2012.2.

São 38 cursos de graduação em oferta, em cinco áreas de conhecimento, totalizando 2.900 vagas. Este ano, além dos 31 cursos de bacharelado e licenciatura, a Unifor oferece mais 7 cursos de nível superior de tecnologia, a graduação tecnológica.

Para as duas modalidades de graduação, o período de inscrição online terá início no dia 03 de maio. Confira os prazos:

* Cursos de Graduação (Bacharelado e Licenciatura): no período de 8h do dia 03 de maio de 2012 às 23h59min do dia 23 de maio de 2012; taxa no valor de R$100,00

* Cursos de Graduação (Superiores de Tecnologia): no período de 8h do dia 03 de maio de 2012 às 23h59min do dia 06 de junho de 2012; taxa no valor de R$50,00.

O Processo Seletivo para os Cursos de Graduação - Bacharelado e Licenciatura, está marcado para o dia 27 de maio de 2012 e para os cursos Superiores de Tecnologia, no dia 10 de junho de 2012.

Mais informações: www.unifor.br.


Conheça o curso de Engenharia Química da Unicamp

Amanda Previdelli | 02/05/2012

Engenharia Química é a área voltada para o desenvolvimento de processos industriais que empregam transformações físico-químicas. O profissional da área pode trabalhar com processos industriais, desenvolvimento de produtos e biotecnologia, meio ambiente e projetos diversos na área. Com o uso crescente de biocombustíveis e o avanço da tecnologia, o mercado para o profissional é abrangente e apresenta boas oportunidades.
Quem quiser trabalhar na área pode fazer um bacharelado em Engenharia Química. O curso vai trazer muitas aulas de física, química e matemática – além de biologia e outras matérias específicas. Para saber um pouco mais sobre o curso na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) o Melhores Faculdades entrevistou o professor Reginaldo Guirardello, coordenador do curso de Engenharia Química na universidade.
Vagas e alunos
Na Unicamp, o vestibulando presta direto a carreira de Engenharia Química – ou seja, não existe o mecanismo de prestar para engenharia de uma maneira geral e depois se especializar. Anualmente, são 60 vagas para o curso integral e 40 vagas para o curso noturno.
O aluno que vai prestar para essa carreira, tem de gostar de matemática, segundo o professor. Além disso, ele tem de ser bom em física e química. “Hoje em dia a parte de biologia também conta bastante, devido ao crescimento da área de bioengenharia”, completa o professor Reginaldo. Na Unicamp, o aluno também vai estudar meio ambiente e análise econômica.
O curso na Unicamp é generalista
“Aqui o aluno não aprende sobre uma indústria ou um processo em particular, mas sim sobre a ciência básica e as operações unitárias que são comuns a todas as indústrias químicas e processos”, diz o professor. Segundo o docente, isso permite que o aluno se insira em uma variedade de indústrias ou, se preferir, siga uma carreira acadêmica.
O Trabalho de Conclusão de Curso é uma disciplina obrigatória na Engenharia Química da Unicamp, e é feita com a supervisão de um professor. Lá, o estágio também é obrigatório para a graduação, mas, segundo Reginaldo, o aluno acaba buscando estágios por conta própria “pois é uma forma de se inserir no mercado de trabalho”.
Aulas práticas e atividades extracurriculares 
A Unicamp, um dos maiores centros de pesquisa do país, conta com excelentes laboratórios onde os alunos têm suas aulas práticas. Quem quiser se envolver mais com algum tema específico também pode fazer uma iniciação científica – que pode levar a um mestrado após a graduação.
A universidade também conta com convênios para intercâmbio internacional. O professor Reginaldo explica que a cada ano, cinco estudantes são selecionados para passar um semestre em faculdades da Argentina e do Uruguai. No mesmo semestre, cinco alunos estrangeiros passam a estudar aqui no Brasil. Para ele, as experiências internacionais oferecidas pela faculdade são importantes para o aluno: “sabemos por contato com profissionais da indústria que a experiência de vida em outro país é muito valorizada no mercado de trabalho”, conta.
Fonte: Guia do Estudante

Em julgamento, STF decide pela legalidade do Prouni

Placar foi de 7x1

da redação | 03/05/2012 17h 02
O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou nesta quinta-feira (3) a validade dos critérios de seleção do Prouni (Programa Universidade para Todos), que são baseados em fatores raciais e sociais. Sete ministros votaram pela validade e apenas um foi contra.


O questionamento foi levado até o STF pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), que representa as instituições de ensino privado do país, pelo partido Democratas (DEM) e pela Federação Nacional dos Auditores Fiscais da Previdência Social (Fenafisp).
Para o grupo contrário ao Prouni, o programa tem ilegalidades técnicas, como o tratamento inicial do assunto por meio de medida provisória e a alteração indevida no regime tributário, e conceituais - a concessão de bolsas seguindo critérios sociais e raciais iria contra o princípio da igualdade entre os cidadãos.

Como é hoje
Para se candidatar às bolsas integrais pelo Prouni, o estudante precisa ter renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa (R$ 933). Quem tem renda de até três mínimos por pessoa (R$ 1.86) pode se candidatar a bolsas parciais.
Só pode concorrer quem fez todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola particular.

Para se inscrever no programa de bolsas é imprescindível que o estudante tenha feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obtido pelo menos 400 pontos de média nas cinco provas do exame (matemática, linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e redação). Os candidatos são selecionados a partir da nota obtida no Enem.

Legalidade das cotas
O sistema de cotas raciais, que determina a reserva de vagas em universidades públicas, foi considerado constitucional pela unanimidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na outra quinta-feira (26).
Fonte: Guia do Estudante

terça-feira, 1 de maio de 2012


Destaque Química Integral... 



Jean Santana de Souza – Medicina – UPE (2ºLugar)/ UNEB (3ºLugar)..em 2011 estudou com o Prof. Juan Bandeira e em 2012 escolheu onde iria cursar MEDICINA !!!...



   



Módulo 02 

Início: 08 de Maio

Matriculas Abertas

ENDEREÇO – PETROLINA-PE
AV. PERNAMBUCO, 146 – JARDIM PAULO AFONSO
87 3861-7605 | OI 8835-5335 | TIM 9617-8141





Destaque Química Integral... 



Carolina Raquel Melo de Sena – Medicina – UFCG/UFPB...em 2011 estudou com o Prof. Juan Bandeira e em 2012 escolheu onde iria cursar MEDICINA !!!

   





Módulo 02 

Início: 08 de Maio

Matriculas Abertas

ENDEREÇO – PETROLINA-PE
AV. PERNAMBUCO, 146 – JARDIM PAULO AFONSO
87 3861-7605 | OI 8835-5335 | TIM 9617-8141




Qual campo tem mais oportunidades: Química ou Engenharia Ambiental?

Sou formada em Biologia e tenho 27 anos. Gosto dessa profissão, mas o mercado está difícil. Portanto, penso em fazer outra graduação e estou em dúvida entre Engenharia Ambiental e Química. Qual delas tem um melhor mercado de trabalho?

enviado por Veronica Carneiro
O principal fator positivo das profissões ligadas aos processos químicos é a grande variedade de setores que necessitam da atuação desses profissionais.
O parque industrial brasileiro está bem desenvolvido e as perspectivas de ampliação em áreas diversas como a de petróleo e gás, têxtil, de desenvolvimento de materiais básicos ou de aditivos na indústria alimentícia apresentam boas perspectivas para os profissionais da área química, como o químico industrial, o bioquímico e o engenheiro químico.
A Engenharia Ambiental "surgiu" da Engenharia Química. Isso não quer dizer que ela seja apenas uma área de especialização da Engenharia Química, mas sim que, em determinado momento histórico (há cerca de 15 ou 20 anos), novas demandas sociais promoveram uma formação específica ligada ao planejamento, aproveitamento e cuidado referentes ao meio ambiente que exigiam conhecimentos próximos à Engenharia Química.
Pense e pesquise a possibilidade de complementar a sua formação em cursos de especialização ou Pós-Graduação.
+ VEJA TAMBÉM
- Conheça os 35 cursos de Engenharia que existem
- Vídeo: veja como é a vida de um engenheiro químico
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Perceba, portanto, que há mais opções do que as citadas por você. Faça uma pesquisa ampliada dessas profissões; avalie que objetivos pessoais você carrega, quais as especificidades de cada profissão, ambientes de trabalho, perspectivas de carreira.

Considere que há diversas variáveis que influem no mercado de trabalho, como oferta de vagas nas universidades, prestígio social que as profissões podem conquistar, desenvolvimento de novas tecnologias ou procedimentos, entre outras.

É importante que você se informe sobre a história e a dinâmica do trabalho em nossa sociedade: as variações da economia, os projetos políticos em jogo, o desenvolvimento de novas tecnologias.

Mercado x campo de trabalho
Tenha clara a diferença entre mercado e campo de trabalho. A variação do volume de ofertas de vagas e a dinâmica da remuneração dos postos de trabalho dizem respeito ao mercado.

Já campo de trabalho é um conceito que se refere às diferentes ocupações que uma profissão oferece, bem como a necessidades sociais a que elas correspondem. Nesse ponto, esses conceitos se relacionam, mas nem sempre apontam no mesmo sentido; é possível que uma profissão tenha em determinado momento e região um bom campo, mas um mercado restrito, bem como outras combinações.

O mundo não é estático, é dinâmico – assim como as pessoas também são. A realidade se transforma ao longo da história, novos conhecimento são desenvolvidos, outros superados, as economias nacionais passam por momento de crescimento e de retração, e as profissões acompanham essas transformações.

Não é possível ter total certeza sobre o que ocorrerá daqui a cinco ou dez anos. Informações e reflexões qualificadas quanto ao apontado acima podem diminuir os riscos, inerentes a qualquer processo de escolha.

Fonte: Guia do Estudante

Espectro eletromagnético


Dispersão de luz branca através de um prisma
Dispersão de luz branca através de um prisma
Há muito tempo sabe-se que quando a luz solar atravessa um prisma, semelhante ao da figura acima, ocorre a dispersão dos componentes da luz. Esse conjunto de cores que vai do vermelho ao violeta é conhecido como espectro contínuo, pois a passagem de uma cor para a outra é praticamente imperceptível.
Essas cores compõem o que chamamos de luz visível ou radiação visível, que são compostas por ondas eletromagnéticas. Ou seja, ondas formadas por oscilações no campo elétrico e no campo magnético que ocorrem simultaneamente, sendo perpendiculares entre si.
Uma onda eletromagnética é constituída por uma onda no campo elétrico e outra no campo magnético.
Essas ondas apresentam frequências (f) – número de vibrações dessa onda por segundo – e comprimento de onda – a distância da crista de uma onda até a outra, representado pela letra grega lambda (λ). Assim, a diferença entre uma cor e outra é a frequência e o comprimento de onda de cada onda eletromagnética que constitui as cores.
Entretanto, esse fenômeno da observação do espectro não é somente obtido com a luz solar. Podemos também fazer com que outras luzes atravessem um prisma. Assim, obteremos outros espectros. Porém, esses espectros serãodescontínuos, com espaçamento entre as cores, que denominamos no espectro como raias ou bandas. 
Digamos que, por exemplo, façamos a luz emitida por um tubo de descarga de gás, preenchido com o gás hidrogênio, passar por um prisma. O espectro obtido seria semelhante ao mostrado abaixo.
Espectro descontínuo do elemento químico hidrogênio.
Se fosse o gás de outro elemento, o espectro também seria descontínuo, porém, teria um aspecto diferente. Dessa forma, cada espectro serve como uma “digital” para a identificação dos elementos químicos; pois cada um tem um espectro diferente; nunca se repete.
Elementos diferentes produzem espectros com raias de cores diferentes.
Hoje em dia é possível obter e visualizar os espectros dos elementos por meio de um aparelho denominado espectroscópio.

Descoberta do Oxigênio


Priestley (à esquerda) e Lavoisier (à direita) fizeram experimentos notáveis que levaram à descoberta do oxigênio
Priestley (à esquerda) e Lavoisier (à direita) fizeram experimentos notáveis que levaram à descoberta do oxigênio
Conforme explanado no texto “Teoria do Flogístico”, por muito tempo se acreditou que tal teoria fornecia a explicação para a o fenômeno da combustão. Ela dizia que os materiais combustíveis possuíam um princípio comum inflamável presente apenas neles, que ficou conhecido como flogístico. Se algum material não queimasse, é porque não teria flogístico em sua composição.
No entanto, alguns cientistas começaram a discordar dessa conclusão, pois além de haver várias contradições nessa teoria, os experimentos realizados trouxeram outras evidências, antes inexistentes, que conduziram esses estudos para outro rumo.
Um cientista que se destacou nesses estudos da combustão foi Antoine Laurent Lavoisier (1743-1794). Um de seus experimentos mais famosos consistiu em colocar, em uma retorta, uma amostra cuidadosamente pesada de mercúrio metálico e introduzir o tubo da retorta em uma redoma ou cuba de vidro contendo ar e também mercúrio em sua base.
Ele aqueceu essa retorta com mercúrio por meio de um forno, causando sua calcinação. Lavoisier observou que à medida que a reação ia ocorrendo, formava-se nas paredes da retorta um pó vermelho, o óxido de mercúrio II, e ao mesmo tempo o volume do mercúrio na cuba ia subindo. Isso significava que o volume de ar estava diminuindo, pois ele estava sendo substituído pelo mercúrio, conforme pode ser visto na figura abaixo. Ao pesar o sistema inicial e o final, Lavoisier viu que a massa não havia mudado.
Esquema do experimento de Lavoisier que o levou à importância do oxigênio para a combustão
Assim, Lavoisier concluiu que a combustão não ocorria por causa da presença de um flogístico misterioso, mas sim porque o mercúrio ou qualquer outro material combustível reagia com outro elemento presente no ar.
Ao mesmo tempo, o cientista inglês Joseph Priestley mostrou para Lavoisier que havia descoberto uma espécie de “ar”, que ele chamou de “ar desflogisticado”. Através de seus próprios experimentos, Lavoisier conseguiu produzir esse ar e realizou outros experimentos com ele.
Por exemplo, ele colocou uma cuba de vidro sobre uma vela acesa em uma boia com água. Ele notou que à medida que a vela ia se apagando, a água subia. E quando a água atingia um quinto do volume, a vela apagava totalmente. A conclusão foi a seguinte:
(1º) A água subia porque a vela estava consumindo o ar;
(2º) O “ar desflogisticado” não era o ar atmosférico todo, mas sim a quinta parte dele.
Experimento de Lavoisier com vela
Assim, Lavoisier descobriu que esse ar estava misturado com todo o ar atmosférico e que ele era necessário para a combustão; sem ele a combustão não ocorria. Lavoisier foi até mesmo o primeiro a fazer uma determinação experimental da composição do ar, chegando ao resultado de 21% de oxigênio e 79% de outro componente, que ele chamou de azoto, um “tipo de ar” que não participava na combustão. Hoje sabemos que se tratava do gás nitrogênio.
Inicialmente ele chamou o ar desflogisticado de “ar respirável” e depois mudou para “ar vital”. Somente em 1778 é que Lavoisier decidiu batizar o “ar vital” de oxigênio (palavra que vem do grego oxy, que significa “ácido”; egen, “gerador ou produto”). Ele deu esse nome porque até então seus experimentos o haviam levado à conclusão de que esse novo gás estava presente em todos os ácidos; o que depois se comprovou ser uma conclusão errada, mesmo assim o nome permaneceu.
Até então o oxigênio não era considerado como um elemento químico, conforme conhecemos hoje, porque na época ainda não havia uma definição concisa para elemento.
Priestley foi o primeiro a isolar o oxigênio, no entanto, ele não viu a importância da descoberta que atingira por estar ainda muito ligado à teoria do flogístico. Foi Lavoisier que interpretou e mostrou o papel do oxigênio na combustão.

Como se forma a Ligação Metálica



Retículo cristalino de metais
Se fosse possível visualizar a estrutura de um metal de forma bem nítida, veríamos como na imagem acima. A estrutura atômica dos metais é a Cristalina, que se constitui por cátions do metal envolvidos por elétrons.

Os retículos cristalinos presentes nos metais podem ser representados desta forma:


Representação do sódio (Na) metálico 
Os retículos cristalinos dos metais são formados por um grupamento de cátions fixos.
Cada cátion Na+ está envolto por elétrons, mas estes se encontram deslocalizados, ou seja, não se sentem atraídos por nenhum núcleo.

Como não há atração entre cargas negativas (elétron) com o núcleo positivo (cátion), os elétrons livres acabam por ocupar todo o retículo cristalino do metal. A liberdade que os elétrons têm de se movimentar faz com que formem uma nuvem eletrônica.

A capacidade dos metais na condução de eletricidade se explica pela presença dessa nuvem. A corrente elétrica é resultante do contato de elétrons livres com outros metais.

Na composição de qualquer átomo, inclusive de metais como Sódio (Na), Ouro Au, Cobre (Cu), existe a camada de valência. Os elétrons se movimentam livremente por essa camada mantendo a atração eletromagnética pelos cátions. Essa propriedade estrutural permite a formação das moléculas metálicas e, consequentemente, dos próprios metais. 

As 10 profissões menos estressantes em 2012

Amanda Previdelli | 26/04/2012
Quer tranquilidade no trabalho? A melhor maneira, segundo o site Career Cast, pode ser procurar uma carreira que tenha bastante produção manual e que exija criatividade. O portal montou um ranking com as profissões com os menores índices de estresse.
Para montar a lista, o site levou em conta fatores como risco de morte, prazos apertados, horas trabalhadas e satisfação do profissional.
Confira abaixo as 10 profissões menos estressantes:
  1. Técnico de registros médicos
  2. Joalheiro
  3. Cabelereiro
  4. Costureira
  5. Técnico de laboratório médico
  6. Fonoaudiólogo especializado em Audiologia
  7. Montador de alta precisão
  8. Nutricionista
  9. Tapeceiro de móveis
  10. Eletricista