domingo, 21 de abril de 2013



Alguns métodos para estudar melhor, segundo a ciência

Estudo feito em revista científica revela algumas técnicas para estudar melhor e desaprova algumas outras tão utilizadas por nós.
Um estudo publicado pela Psychological Science in the Public Interest em janeiro deste ano, avaliou algumas técnicas comuns de aprendizagem e informou quais delas tem maior utilidade. E o resultado foi mesmo interessante.

Técnicas como grifar, fazer rascunhos, mapas mentais, releituras, tão usuais entre nós, tem pouca eficácia quando se trata de estudar. Interessante, não? As maneiras que mais utilizamos, são as que tem uma utilidade mais baixa. Em compensação, os testes práticos receberam bons resultados, tendo sua utilidade alta. Estão vendo que quando eu digo para praticar eu falo sério?

Nestes próximos dias, estarei fazendo uma seleção destas dicas para vocês verem o que a ciência está dizendo sobre nossas técnicas de estudo. Porém é legal lembrar que esta pesquisa reflete o resultado do estudo, não quer dizer que ela funcione com todos. Cada um sabe sua melhor maneira de estudar. Além disso, eu gosto dos meus resumos…

Grifar (Utilidade: baixa)

grifar

O estudo mostra que a técnica de apenas grifar partes importantes de um texto é pouco efetiva pelos mesmos motivos pelos quais é tão popular: praticamente não requer esforço.
Ao destacar uma palavra, frase ou parágrafo, seu cérebro não está organizando, criando ou ligando conhecimentos. Então, marcar partes de um texto só tem uma certa utilidade, se for combinada com outras técnicas.

Releitura (Utilidade: baixa)

relendo
Reler um assunto geralmente é menos efetivo do que as outras técnicas que serão apresentadas. A pesquisa, entretanto, mostrou que determinados tipos de leitura (massive rereading) podem ser melhores do que resumos ou grifos, se aplicados no mesmo período de tempo. A dica é reler imediatamente depois de ler, por diversas vezes.
Fonte: Mude.Nu

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